Recentemente, o setor de gestão ambiental, especialmente a gestão de resíduos, voltou a ganhar destaque na mídia.
As notícias envolvendo uma das principais empresas do país no setor de gestão e valorização de resíduos trouxeram à tona discussões importantes sobre transparência, governança e confiabilidade dos dados ambientais.
Mais do que um caso isolado, esse cenário acende um alerta para todo o mercado — especialmente para empresas que contratam serviços ambientais e precisam garantir que seus resíduos estão sendo gerenciados de forma correta, rastreável e em conformidade com a legislação.
Um setor em amadurecimento
É importante deixar claro desde o início: casos pontuais, como o que ganhou destaque recentemente na mídia, não representam o setor como um todo.
Pelo contrário — reforçam a necessidade de fortalecer os mecanismos de governança e transparência em toda a cadeia, da geração à destinação dos resíduos.
A gestão ambiental no Brasil vem evoluindo rapidamente. Nos últimos anos, observamos operadores cada vez mais tecnológicos, responsáveis e comprometidos com a sustentabilidade, impulsionados por novas regulações, metas ESG e pela crescente conscientização das empresas.
Na Eloverde, acreditamos que operadores, consultorias e empresas geradoras desempenham papéis complementares e igualmente essenciais. Nosso papel não é substituir nenhum deles, mas oferecer uma camada de controle e confiabilidade de dados que protege todos os envolvidos e valoriza quem faz um bom trabalho.
Este artigo tem como propósito mostrar como a tecnologia pode contribuir para a maturidade desse ecossistema. Porque, em um cenário ambiental cada vez mais exigente, não existe sustentabilidade de verdade sem transparência — e transparência só existe com dados confiáveis.
O que está em jogo para quem contrata operadores de resíduos
Quando uma grande operadora enfrenta instabilidades financeiras ou operacionais, os riscos não se limitam a ela. Os clientes também podem ser impactados, direta ou indiretamente, por fatores como:
- Interrupção de serviços de coleta, transporte ou destinação de resíduos;
- Falta de comprovação documental (MTRs, laudos, certificados);
- Risco de corresponsabilidade em caso de falhas na destinação;
- Danos reputacionais junto a investidores, órgãos reguladores e sociedade.
Em um mercado cada vez mais regulado e orientado por métricas ESG, é preciso ir além da gestão eficiente dos resíduos e garantir, internamente, que haja controle, rastreabilidade e governança sobre os dados ambientais.
Base legal: o que diz a legislação
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) — Lei nº 12.305/2010 — estabelece o princípio da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, mas deixa claro que essa responsabilidade não exclui o dever do gerador sobre os resíduos sob seu controle.
“A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos não exclui a responsabilidade do gerador pelos resíduos sob seu controle.” (Lei nº 12.305/2010 – Art. 30 e 33)
O Decreto nº 10.936/2022, que regulamenta a PNRS, reforça:
“O gerador é responsável pela segregação, acondicionamento, armazenamento, transporte e destinação ambientalmente adequada dos resíduos sob sua responsabilidade, ainda que contrate terceiros para executá-los.” (Decreto nº 10.936/2022 – Art. 13)
Em outras palavras: “A execução pode ser terceirizada. A responsabilidade, nunca.”
Ter controle interno sobre os dados de resíduos não é apenas uma boa prática de gestão — é uma exigência legal que protege empresas contra passivos ambientais, multas e sanções por falta de comprovação documental.
Como a Eloverde protege empresas em cenários como este
A Eloverde é o primeiro ESP do Brasil, uma plataforma tecnológica de gestão ambiental usada tanto por empresas geradoras de resíduos quanto por operadores e consultorias. Ela atua como uma camada de governança que protege o cliente — mesmo em momentos de instabilidade no setor — garantindo:
✅ Visibilidade e controle independente: todos os dados de geração, transporte e destinação ficam centralizados na plataforma, sem depender exclusivamente do operador.
✅ Rastreabilidade completa: manifestos, laudos, fotos e documentos ficam armazenados e auditáveis, reduzindo riscos de autuações.
✅ Alertas automáticos e verificação de consistência: o sistema identifica falhas ou lacunas de informação antes que virem problemas maiores.
✅ Integração com múltiplos operadores: o cliente pode trabalhar com diferentes prestadores, mantendo todos os fluxos consolidados em um só ambiente.
Ou seja, enquanto o operador executa o serviço, a Eloverde garante a qualidade e a rastreabilidade dos dados.
Conclusão
A crise de um grande player não deve ser motivo para desconfiança, e sim um chamado à maturidade, à transparência e à inovação. O futuro da gestão ambiental depende de dados sólidos, processos digitais e parcerias que fortaleçam todo o ecossistema.
Na Eloverde, seguimos comprometidos em apoiar empresas e operadores na construção de uma cadeia de resíduos mais segura, integrada e transparente.
Quer entender como proteger seus dados e garantir rastreabilidade em todas as etapas? Entre em contato com a nossa equipe e descubra como a Eloverde pode ajudar a transformar seus processos em uma referência de eficiência, confiança e sustentabilidade.
A gestão de resíduos corporativos vai além da separação de materiais. Ela exige governança, rastreabilidade e corresponsabilidade. Portanto, o banco de fornecedores e a homologação estruturada tornam-se ferramentas essenciais. Além disso, quando bem implementados, garantem conformidade legal, reduzem riscos e aceleram a jornada rumo ao Lixo Zero.
Durante encontro da Rede de Afiliados Global Zero Waste, a eloverde, em parceiria da Zeros, apresentou esse tema em detalhe. A empresa demonstrou que homologar fornecedores não é burocracia. Pelo contrário, trata-se de um processo estratégico que fortalece a gestão ESG. Nesse sentido, a plataforma eloverde foi destacada como solução prática para organizar cadastros, homologar parceiros e integrar dados em um ambiente seguro e digital.
Por que o banco de fornecedores é fundamental?
O Sistema de Gestão Lixo Zero (SGLZ) considera resíduos como ativos ambientais. Portanto, cada fornecedor precisa ser validado e monitorado.
Dessa forma, um banco estruturado possibilita: conformidade legal, priorização de rotas de reciclagem, redução da pegada logística e segurança na contratação de serviços críticos. Assim, a homologação garante conformidade e, ao mesmo tempo, gera valor ambiental e econômico.
Quais desafios surgem na homologação de fornecedores?
Nesse contexto, três pontos críticos se destacam. Em primeiro lugar, está a qualificação inicial, que exige mapeamento de resíduos, análise logística e verificação documental. Em seguida, surge a homologação contínua, que requer auditorias periódicas e checklists técnicos. Finalmente, há a visão estratégica, que depende de ferramentas de BI para transformar dados em decisões.
A plataforma Eloverde foi criada justamente para responder a esses desafios, pois centraliza informações, facilita a atualização documental e permite análises rápidas com base em indicadores estratégicos.
Quais riscos as falhas podem gerar?
Primeiramente, o risco legal, que ocorre quando licenças vencem. Em segundo lugar, o risco ambiental, causado pela ausência de planos de contingência. Em terceiro lugar, o risco reputacional, que afeta a imagem corporativa em caso de incidentes. Finalmente, o risco operacional, que surge quando não existem fornecedores de backup.
Consequentemente, homologar de forma estruturada reduz vulnerabilidades e aumenta a segurança corporativa. Além disso, a plataforma Eloverde ajuda a mitigar esses riscos ao monitorar prazos, gerar alertas e manter trilhas de auditoria digitais.
Como funciona o fluxo de homologação?
Apresentamos aos afiliados fluxo claro e que é bastante comum entre os clientes da plataforma. Ele começa com a busca de fornecedores qualificados, segue com o cadastro digital e continua com a análise documental. Depois, aplica-se o checklist técnico. Na sequência, ocorre a aprovação ou reprovação, acompanhada de plano de ação, quando necessário. Em seguida, realizam-se auditorias periódicas e, por fim, a revalidação constante.
Na prática, esse fluxo é executado com eficiência dentro da plataforma Eloverde, que automatiza etapas, organiza documentos e facilita a gestão de planos de ação.
Qual é o papel da tecnologia?
Digitalizar o banco de fornecedores reduz em até 70% o tempo de homologação. Isso acontece porque a tecnologia elimina redundâncias, automatiza notificações e organiza cadastros por tipo de resíduo. Além disso, integra BI para oferecer relatórios estratégicos.
Com a plataforma Eloverde, as empresas conseguem centralizar dados, acompanhar fornecedores ativos ou pré-homologados e visualizar informações em dashboards intuitivos. Portanto, a digitalização não é apenas uma vantagem, mas uma condição indispensável para reduzir custos, aumentar eficiência e mitigar riscos.
Quais resultados podem ser alcançados?
Empresas que aplicaram as práticas da Eloverde registraram ganhos concretos. Elas reduziram retrabalhos, valorizaram recicláveis e eliminaram rotas onerosas. Além disso, melhoraram a conformidade documental, aumentaram a velocidade de homologação e otimizaram o controle de emissões do escopo 3.
Assim, passaram a enxergar a homologação como investimento estratégico e não como custo. A plataforma Eloverde foi fundamental para alcançar esses resultados, pois forneceu a base tecnológica para consolidar informações e garantir confiabilidade.
Próximos passos para empresas rumo ao Lixo Zero
Em conclusão, homologar fornecedores significa muito mais do que organizar cadastros. Significa governança, mitigação de riscos e alinhamento às metas ESG. Portanto, o banco de fornecedores precisa ser estruturado, monitorado e digitalizado.
E no encontro, mostramos como aplicar esse processo de forma técnica e eficiente, destacando sua plataforma como ferramenta essencial para homologação. Já a Zeros, como coordenadora da Rede de Afiliados Global Zero Waste no Brasil, reforça que a transição rumo ao Lixo Zero é colaborativa e estratégica.
Na Eloverde, acreditamos que tecnologia só gera impacto quando está conectada a pessoas preparadas. Por isso, em setembro realizamos uma série de treinamentos para fortalecer nosso time e mergulhar ainda mais nos desafios e soluções que entregamos ao mercado. Neste artigo, vamos compartilhar um pouco do conhecimento que compartilhamos internamente.
Resíduos como Ativo Estratégico
Começamos revisitando conceitos fundamentais da gestão de resíduos no Brasil: da da origem do resíduo até seus impactos na legislação ambiental, como, como a PNRS e o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR). Essa reflexão reforçou algo essencial: resíduos podem ser custo ou receita, dependendo da destinação correta.
Conhecendo os Módulos da Plataforma
Nos aprofundamos nos módulos que formam o ecossistema Eloverde, cada um desenhado para diferentes necessidades:
• EloWaste: gestão completa ponta-a-ponta de resíduos para indústrias, comércios, saúde e varejos.
• EloConstruction: gestão de resíduos focado na construção civil.
• EloRecycler: gestão de resíduos para transportadores, recicladores e destinadores finais de resíduos.
• EloPartner: conexão e homologação de fornecedores.
• EloSafety: gestão para segurança do trabalho.
• EloCarbon: gestão de emissões de GEE (escopos 1, 2 e 3).
• EloCollection: coleta de dados para relatórios e dashboards ESG.
• EloPGR: gestão de planos de resíduos sólidos em escala.
Todos se complementam para digitalizar processos e garantir rastreabilidade, conformidade e eficiência.
Da Operação ao Controle Inteligente
O treinamento mostrou, na prática, como digitalizamos fluxos de resíduos: programação de rotas, auditorias automatizadas, checklists inteligentes e comprovações via QR code, fotos e vídeos. Um salto de eficiência em relação a processos manuais em papel ou planilhas.
Visão de Futuro: ESG e Carbono
Encerramos olhando para o futuro, com um novo módulo que amplia o impacto da plataforma:
• EloCarbonFree: compensação automatizada de emissões de carbono vinculada a créditos de carbono.
Mais do que atender à regulação, nosso objetivo é apoiar empresas na descarbonização e competitividade sustentável.
Mais que Treinamento: Cultura
Esses encontros não foram apenas técnicos. Foram momentos de integração, troca de experiências e fortalecimento de uma cultura de aprendizado contínuo, que garante nossa capacidade de ouvir, entender e transformar as dores dos clientes em soluções concretas.
Na Eloverde, estamos sempre evoluindo junto com nossos clientes e parceiros.
E você, quais temas ou ferramentas gostaria de conhecer mais a fundo? Deixe nos comentários — vamos adorar trocar ideias!
Você sabe para onde vão as embalagens que sua empresa coloca no mercado?
Em um cenário onde apenas 3,5% dos resíduos sólidos urbanos são reciclados no Brasil, segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2023, a logística reversa deixou de ser um diferencial e passou a ser uma obrigação legal — e estratégica.
Mas o que é logística reversa?
Logística reversa é o conjunto de ações que viabiliza a coleta e o retorno dos resíduos sólidos ao setor produtivo — seja para reaproveitamento como matéria-prima, seja para destinação final ambientalmente adequada.
Ela é regida no Brasil principalmente pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e regulamentada por decretos mais recentes, como o Decreto nº 10.936/2022 e o Decreto nº 11.413/2023, que instituíram mecanismos como os Certificados de Crédito de Reciclagem (CCRLR).
A obrigatoriedade da logística reversa está claramente prevista no Art. 33 da Lei nº 12.305/2010, que exige que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes implementem sistemas para a devolução e destinação ambientalmente adequada das embalagens e produtos pós-consumo. Isso vale inclusive independentemente do serviço público de limpeza urbana, e abrange embalagens plásticas, metálicas e de vidro, conforme os impactos à saúde pública e ao meio ambiente.
Em âmbito estadual, diversos estados já vêm avançando em regulamentações específicas. No Paraná, a Lei Estadual nº 20.607/2021 e a Resolução Conjunta SEDEST nº 22/2021 tornam obrigatória a apresentação de Planos de Logística Reversa (PLRs) no processo de licenciamento ambiental. O mesmo ocorre em São Paulo, onde a DECISÃO DE DIRETORIA Nº 051/2024/P, de 22 de julho de 2024 estabelece Procedimento para a demonstração do cumprimento da logística reversa no âmbito do licenciamento ambiental, em atendimento à Resolução SMA 45, de 23 de junho de 2015 e dá outras providências.Em Santa Catarina, Em Santa Catarina, o Decreto nº 1.056/2025, assinado em 22 de julho, institui formalmente um sistema estadual de logística reversa de embalagens pós-consumo.
Ou seja, embora a legislação federal seja aplicável a todo o território nacional, os mecanismos de exigência, fiscalização e comprovação variam entre os estados — e vêm se tornando cada vez mais presentes nos processos de regularização ambiental e licenciamento de atividades econômicas.
Os desafios (e oportunidades) da logística reversa
Apesar desse avanço na regulamentação, existe ainda um grande desafio na hora de colocar a logística reversa em prática: menos de 15% da população brasileira é atendida por coleta seletiva. A falta de infraestrutura, a informalidade da cadeia e o descarte incorreto ainda são barreiras relevantes.
Mas há um outro lado da moeda: a logística reversa também é uma alavanca para gerar emprego, fortalecer cooperativas, reduzir a pressão sobre recursos naturais e impulsionar a economia circular — e existem instituições focadas em facilitar esse processo e apoiar as empresas no cumprimento da legislação.
Instituto Loop
Uma dessas instituições é o Instituto Loop, que atua como uma entidade gestora nacional, sendo responsável por estruturar, operar e monitorar sistemas coletivos de logística reversa com foco em eficiência, transparência e impacto socioambiental.
Por meio do programa RECICLALOOP, o Instituto vai além da coleta: ele constrói pontes entre empresas, cooperativas, operadores logísticos, recicladores e poder público, viabilizando o cumprimento das metas legais de forma estruturada e inclusiva. Com atuação baseada nos princípios da economia circular, o Instituto promove o reaproveitamento de resíduos como matéria-prima, reduzindo a pressão sobre os recursos naturais e contribuindo para o desenvolvimento local.
Entre os pilares do RECICLALOOP estão:
- Metas mínimas de compensação de 30%, evidenciado no COMUNICADO LR – DGR/MMA Nº 001/2025 considerando a meta do Planares
- Fortalecimento das cooperativas com ações estruturantes — incluindo capacitação técnica, letramento digital, saúde e segurança, educação financeira e aquisição de equipamentos.
- Geração de créditos de reciclagem lastreados em rastreabilidade real, garantindo conformidade legal e valorização dos serviços ambientais prestados pela base da cadeia.
- A atuação do Loop é guiada por uma visão sistêmica: integrar, rastrear, desenvolver e incluir. É um modelo que transforma resíduos em oportunidades — para as empresas, para as cidades e para as pessoas.
Para que um sistema tão robusto como o RECICLALOOP funcione com eficiência, rastreabilidade e confiabilidade, é essencial contar com parceiros que dominam tanto a tecnologia quanto a lógica ESG. É aí que entra a Eloverde — parceira estratégica do Instituto Loop na gestão digital da logística reversa.
A Plataforma Eloverde, desenvolvida para tornar a sustentabilidade operacional, faz a coleta de dados anonimizados, calcula metas de compensação, integra-se a outros sistemas necessários e emite relatórios completos em tempo real, que garantem a rastreabilidade de ponta a ponta da cadeia de resíduos.
A Eloverde é uma solução inteligente que traduz normas ambientais em ações concretas — ajudando empresas a sair do discurso e entrar em conformidade, com impacto mensurável e economia real.
Mais do que uma ferramenta de suporte, a Eloverde é essencial para transformar obrigação ambiental em estratégia operacional. Enquanto muitos enxergam os resíduos como um problema, ela revela o valor da circularidade, da rastreabilidade e da eficiência. E mostra, todos os dias, que sustentabilidade não precisa ser complexa — precisa ser real, prática e inteligente.
Essa parceria com o Instituto Loop reforça um modelo que une tecnologia, inclusão e compromisso ambiental para criar soluções viáveis, auditáveis e replicáveis em todo o país.
No cenário corporativo atual, a sustentabilidade já não é apenas uma pauta ética ou reputacional. Ela se tornou um ativo estratégico para empresas que buscam eficiência, transparência e alinhamento regulatório. Foi com esse olhar que a Panvel, uma das maiores redes de farmácias do Brasil, iniciou sua jornada de transformação digital na gestão de resíduos.
No webinar realizado recentemente, compartilhamos em detalhes como essa parceria tem impulsionado ganhos operacionais e ambientais significativos.
Um setor desafiador, uma solução simples
O setor farmacêutico é regulado por múltiplas exigências legais e operacionais. Em um ambiente assim, a gestão ambiental precisa ir além do cumprimento de obrigações: ela deve ser eficiente, integrada e confiável. Foi exatamente com essa proposta que a Eloverde surgiu.
A sustentabilidade tem que ser vista como um ativo. A gente sempre pensou no usuário final, num conceito muito simples de ‘menos é mais’, deixando uma interface muito amigável para os usuários poderem operar de forma eficiente.
Automação e padronização em escala nacional
Com atuação em diversas unidades espalhadas pelo país, a Panvel precisava de um sistema que permitisse consolidar dados, gerar indicadores e garantir a rastreabilidade dos resíduos – tudo isso sem depender de acessos manuais aos portais dos órgãos ambientais.
A solução para estes desafios vieram com:
- Integração com todos os órgãos ambientais do Brasil
- Emissão automatizada de MTRs e outros documentos
- Geração de relatórios e dashboards com dados em tempo real
- Rastreabilidade e compliance com evidências auditáveis
“Hoje, a Panvel consegue centralizar e acompanhar os dados de todas as unidades. Isso permite criar indicadores e entender os fluxos de resíduos com muito mais clareza.”
Eficiência que gera engajamento
A gestão de resíduos pode parecer uma área burocrática, mas quando bem estruturada, se torna uma potente alavanca de valor. No caso da Panvel, a adoção da Eloverde não só trouxe segurança e padronização, como também facilitou auditorias e aumentou o engajamento interno com o tema.
Uma rede conectada que gera impacto
O case da Panvel mostra que tecnologia e sustentabilidade caminham juntas. Com a plataforma certa, é possível atender às exigências legais, gerar impacto ambiental positivo e ainda trazer ganhos claros para a operação.
Se sua empresa enfrenta desafios parecidos, talvez este seja o momento de repensar como a gestão ambiental está sendo conduzida – e explorar soluções que simplifiquem, integrem e gerem resultados reais.
Se quiser assistir ao webinar completo, você pode acessar no nosso canal do Youtube!
Entre em contato com nossa equipe e conheça a Eloverde pode ajudar na sua operação!
A EuroChem é uma das líderes globais na produção de fertilizantes, com presença em mais de 20 países e atuação no Brasil desde 2016. Com uma operação verticalizada — da extração de matéria-prima à entrega final — a empresa combina tecnologia, eficiência e inovação para oferecer soluções que aumentam a produtividade agrícola. Seu propósito é claro: contribuir com a segurança alimentar mundial, promovendo o desenvolvimento sustentável do setor.
No dia 24 de abril de 2025, Thiago Pongiluppi Ribeiro , analista de sustentabilidade da empresa, participou de um webinar promovido pela Eloverde, no qual compartilhou sua experiência de transformação na gestão ambiental.
Este artigo reúne os principais destaques dessa conversa, mostrando como a tecnologia foi fundamental para impulsionar avanços em eficiência, sustentabilidade e governança.
O desafio antes da implantação
Antes da Eloverde, a Eurochem lidava com:
- Informações dispersas em múltiplas planilhas e sistemas,
- Processos manuais para emissão de documentos obrigatórios, como MTRs (Manifesto de Transporte de Resíduos),
- Dificuldade para consolidar dados e gerar relatórios gerenciais,
- Preparo trabalhoso para auditorias e fiscalizações, com riscos de atrasos e inconsistências.
Essa estrutura aumentava o esforço operacional e dificultava a transformação dos dados ambientais em informação estratégica para a gestão, em cenário muito comum nas indústrias de diversos setores.
A solução: integração com a Eloverde
A implantação da plataforma Eloverde trouxe centralização e automação para os processos de gestão ambiental da Eurochem, oferecendo:
- Gestão integrada de resíduos em todas as unidades industriais no Brasil, com possibilidade de analisar, comparativamente, as diferentes unidades;
- Emissão ágil e segura de documentos ambientais, como MTRs, reduzindo de horas para minutos o tempo gasto nesses processos;
- Dashboards gerenciais para acompanhamento em tempo real de indicadores ambientais,
- Facilidade na preparação para auditorias e resposta rápida a fiscalizações. O que antes levava cerca de 7 dias, se tornou um processo que dura meio período.
- Mais agilidade e controle em auditorias, fiscalizações e processos críticos, reforçando a governança ambiental da empresa.
Além da eficiência operacional, a EuroChem agora dispõe de dados estratégicos para apoiar decisões de sustentabilidade e inovação contínua em sua cadeia de valor.
“NÃO ESPERE O CAOS”
O case da EuroChem ilustra como a tecnologia pode ser uma aliada poderosa da sustentabilidade industrial.
Ao integrar suas informações ambientais na plataforma Eloverde, a empresa não apenas aumentou a eficiência dos seus processos, mas também elevou seu compromisso com a responsabilidade socioambiental e a geração de valor para o agronegócio.
Para outras empresas que ainda estão enfrentando os mesmos desafios, o recado é claro: não espere que a pressão externa (seja regulatória ou de mercado) dite o ritmo da transformação. Como destacou Thiago Cavalcanti durante o webinar, a mudança precisa partir da empresa — e quanto mais cedo ela começar, mais resultados concretos e estratégicos será possível colher.
A experiência da EuroChem mostra que investir em soluções digitais é essencial para quem deseja construir um futuro mais produtivo, seguro e sustentável.
Quando se fala em sustentabilidade empresarial, o carbono se destaca como um dos elementos mais estratégicos e sensíveis na busca por um futuro mais equilibrado.
Em um cenário onde consumidores, investidores e reguladores demandam compromissos tangíveis com o meio ambiente, uma gestão efetiva de carbono não é apenas uma exigência ética, mas um fator competitivo para o sucesso.
Do Inventário à Solução
Gerenciar emissões de carbono vai além de calcular e quantificar suas emissões.
Uma abordagem abrangente — como a que um sistema de Enterprise Sustainability Planning (ESP) proporciona — foca em monitorar, reduzir e compensar emissões com precisão e transparência.
No contexto empresarial, isso significa:
1. Inventário de Emissões: Identificar cada fonte de emissão direta e indireta em suas operações e ao longo da cadeia de valor.
2. Integração de Dados: Usar tecnologia para extrair, de forma automática, dados e evidências, garantindo maior integridade das informações e geração de relatórios auditáveis e confiáveis.
3. Redução Estratégica: Implementar mudanças operacionais e tecnológicas para minimizar emissões de forma contínua.
4. Compensação Inteligente: Investir em projetos certificados de carbono, ao mínimo custo, evitando greenwashing.
Por que ESP é a Solução Vencedora?
Enquanto muitas empresas lutam para integrar suas metas de redução de emissões de GEE em seus processos diários, o conceito de ESP se posiciona como uma solução holística. Ele conecta automaticamente os dados operacionais e administrativos do ERP das empresas ao inventário de Gases de Efeito Estufa. Assim, não se gasta tempo com papel e burocracias, e sobra tempo para o gestor focar em ações e estratégias de redução de emissões.
A Eloverde é referência em Soluções de Carbono.
Como pioneiros em Enterprise Sustainability Planning (ESP), trazemos excelência nos processos e dados confiáveis que fazem da sustentabilidade uma vantagem competitiva.
Com nosso módulo Elocarbon, você tem:
- Configuração simplificada das categorias nos três escopos de emissão (Escopo 1, 2 e 3), seguindo as diretrizes do GHG Protocol;
- Configuração do inventário de emissões realizada de maneira rápida e intuitiva, permitindo que os usuários estabeleçam responsáveis e determinem a auditabilidade do processo com apenas alguns cliques;
- Simplificação do processo de coleta de dados, permitindo a inserção intuitiva de informações para itens vinculados a cada categoria configurável;
- Acompanhamento do preenchimento de cada categoria, garantindo que todas as informações requeridas sejam registradas de maneira completa e precisa;
- Dashboards detalhados, organizados e gerados automaticamente, fornecendo uma documentação robusta que facilita a análise e o acompanhamento das emissões ao longo do tempo.
Para saber mais sobre a gestão efetiva de carbono e como a Eloverde pode ajudar a sua empresa nesse processo, entre em contato com a nossa equipe de especialistas.
No momento em que a gestão ambiental e a sustentabilidade são temas cruciais para empresas de todos os portes e setores, os Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) se tornam ferramentas essenciais para garantir que os resíduos sejam armazenados, tratados e destinados de maneira adequada.
Mas, afinal, o que é PGRS, quais são os principais pontos da legislação que regem essa prática e qual a maneira mais eficiente da sua empresa realizar o dela?
O que é PGRS?
O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é um documento que define as práticas que uma empresa deve adotar para realizar o manejo adequado de seus resíduos, desde a geração até a destinação final.
O PGRS inclui detalhes como identificação de tipos e quantidades de resíduos, armazenamento, tratamento, transporte e destinação final.
Ele é um documento obrigatório para diversos tipos de empresas e tem o objetivo de minimizar os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado dos resíduos.
Qual é a legislação que baseia o PGRS?
O PGRS é regulamentado principalmente pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010 e pelo Decreto nº 7.404/2010. Essa legislação estabelece as responsabilidades compartilhadas entre governo, empresas e sociedade no que diz respeito a gestão de resíduos, propondo uma série de ações para a redução de resíduos, reutilização, reciclagem e destinação final ambientalmente adequada.
Para empresas, a elaboração e implementação de um PGRS torna-se uma obrigação legal em diversos setores, como construção civil, saúde, mineração e indústrias.
Além disso, em muitos estados e municípios, há legislações específicas que complementam as diretrizes da PNRS, exigindo das empresas um rigor ainda maior na apresentação e execução de seus planos de resíduos.
Conteúdo mínimo do PGRS
Segundo determinação da Política de Resíduos Sólidos, o plano deve incluir:
- Descrição da atividade e diagnóstico dos resíduos, identificando tipo, origem e quantidade;
- Procedimentos operacionais para cada etapa do gerenciamento;
- Metas de minimização e ações para reutilização e reciclagem;
- Medidas preventivas e de contingência para situações emergenciais;
- Revisão periódica para atualização do plano conforme exigido por legislações e licenças ambientais.
Requisitos de Monitoramento
As empresas precisam manter os registros atualizados do PGRS e garantir que ele seja elaborado e monitorado por um responsável técnico, incluindo sua execução. Esses dados devem estar disponíveis também para órgãos competentes, incluindo o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos (Sinir).
E qual a melhor maneira de realizar um PGRS?
Com a crescente exigência de práticas sustentáveis e a possibilidade de penalizações para empresas que não seguem as regulamentações, muitas organizações estão optando por plataformas digitais de gestão de resíduos, que facilitam a elaboração e o acompanhamento dos PGRS. Esses sistemas automatizam parte do processo, permitindo uma gestão mais eficiente e uma conformidade simplificada com as normas ambientais
O módulo de PGRS da Eloverde foi desenvolvido para tornar o processo de criação e implementação do PGRS mais fácil, ágil e completo.
Com um sistema integrado e amigável, oferecemos uma solução que vai muito além da elaboração do documento:
- Automação de Processos: A plataforma conta com recursos de automação que facilitam a criação de documentos exigidos por órgãos ambientais. Assim, o PGRS é gerado de forma eficiente e com informações precisas, reduzindo o tempo e o esforço dedicados.
- Controle e Monitoramento Completo: Além da criação do PGRS, nossa plataforma permite que você monitore cada etapa do processo de gestão de resíduos, desde o armazenamento até a destinação final. Com isso, você garante que o plano está sendo seguido e pode facilmente corrigir desvios.
- Alerta de Vencimentos: Com o gerenciamento automatizado do processo, o envio de notificações para os responsáveis pelas tarefas ocorre de forma muito mais facilitada, assim não há risco de perder o prazo de entrega ou renovação do seu plano.
Entre em contato com a nossa equipe para saber como o módulo de PGRS pode ser perfeito para a sua operação!
É comum encontrar empresas que monitoram suas emissões atmosféricas e entendem que as emissões de gases de efeito estufa estão inclusas na conta. Mas há um equívoco nesse entendimento e este é um ponto que necessita bastante atenção.
Entenda qual a diferença entre uma emissão e outra e porque controlar as duas é fundamental!
Emissão atmosférica
- O que é?
A emissão atmosférica refere-se a uma emissão pontual de qualquer tipo de matéria que, em grandes quantidades ou em uma concentração específica, possa poluir o ar e torná-lo prejudicial, afetando a saúde das pessoas, causando problemas ao bem-estar da comunidade, inclusive animais e plantas, danificando objetos e até, prejudicando a segurança e as atividades diárias da população.
- Quais os tipos?
Existem 2 tipos de emissões atmosféricas:
- Pontuais: são as emissões relativas uma fonte capaz de dirigir ou controlar seu fluxo como ventiladores, dutos e chaminés.
- Fugitivas: estão relacionadas a um lançamento de matéria na atmosfera de maneira difusa e sem controle, como em casos de vazamentos de conexões e manejo de recipientes com substâncias voláteis.
- Quais são as fontes?
Algumas fontes de emissões atmosféricas como Incêndios florestais, de savanas e pastagens, desmatamento, queima de resíduos agrícolas e emissões de amônia associadas ao uso de fertilizantes também podem ser fonte de emissão de gases de efeito estufa.
Por isso, para emissões atmosféricas, destacamos uma fonte importante que são as chaminés de indústrias de diversos setores como siderúrgico, químico, alimentício e de petróleo.
- Quais os danos?
Como falamos, as emissões atmosféricas estão principalmente relacionadas à qualidade do ar, por isso, podem provocar irritação na garganta, nariz e olhos; problemas respiratórios, agravamento de problemas cardíacos e até o desenvolvimento de alguns tipos de câncer.
Os danos causados pelas emissões atmosféricas variam de acordo com índice de qualidade do ar, conforme mostra a tabela abaixo:

- Como medir?
Existem alguns métodos para medir as emissões atmosféricas:
- Medidas Diretas: Coleta de amostras diretamente da chaminé ou fonte de emissão.
- Parâmetros Indiretos/Substitutos: Usar dados indiretos para estimar as emissões.
- Balanços de Massa: Calcula as emissões baseando-se na quantidade de materiais usados e produzidos.
- Cálculos Estimativos/Estequiométricos: Faz estimativas baseadas em fórmulas e reações químicas.
- Fatores de Emissão: Utiliza valores padrão para estimar as emissões com base em atividades conhecidas.
A escolha do método depende de fatores como a disponibilidade do método, a confiabilidade dos dados e os custos envolvidos.
Emissão de Gases de Efeito Estufa – GEE (ou emissão de carbono)
- O que é?
A emissão de GEE refere-se à emissão de alguns gases específicos que interagem com a radiação solar e, justamente, contribuem para o efeito estufa. O carbono é um desses gases, mas também pode ser o gás Metano (CH4), o Óxido Nitroso (N2O), entre outros.
- Quais são as fontes?
As principais fontes de emissão de gases de efeito estufa são a mudança de uso do solo e a agropecuária, seguido da produção de energia que envolve queima de combustível e geração de calor na indústria. Além disso, alguns equipamentos também utilizam gases de efeito estufa para o seu funcionamento, como o ar condicionado. Durante o funcionamento, parte desse gás escapa para atmosfera. Esse é um exemplo de emissão fugitiva.
- Como medir?
O cálculo das emissões de carbono são feitas baseadas nas diretrizes do GHG Protocol.
No Brasil, essa ferramenta foi adaptada pelo Programa Brasileiro GHG Protocol.
Para facilitar que empresas e governos mensurem e gerenciem as emissões, elas foram classificadas em 3 diferentes escopos.
- E por que é importante entender a diferença entre as emissões atmosféricas e as emissões de GEE?
Em suma, como vimos neste artigo, as emissões atmosféricas estão mais relacionadas a uma interferência na qualidade do ar, enquanto as emissões de GEE estão relacionadas ao fenômeno específico do efeito estufa, portanto, cada uma delas traz prejuízos diferentes ao meio ambiente.
Por isso, entender a diferença e fazer a medição de ambas é tão importante!
Ainda que as emissões atmosféricas estejam mapeadas, se sua empresa possui processos ou equipamentos que emitem gases de efeito estufa, é necessário fazer o inventário desses gases também e, para isso, a sua empresa pode contar com a Eloverde, uma plataforma completa para gerenciamento dos gases de efeito estufa em todos os escopos e que utiliza como base as diretrizes e normas do GHG Protocol.
Entre em contato para conhecer mais essa solução e fazer o inventário de carbono da sua empresa.
Fontes: Apostila-Poluição-do-Ar-Gerenciamento-e-Controle-de-Fontes.pdf
Instituto Nacional de Câncer – INCA – Poluição do ar
Você sabe o que é emissão de carbono e qual a importância de reduzi-la?
Na maioria das vezes, as empresas tem algumas ideias sobre emissão de carbono, compensação, e até entende como funciona o mercado de créditos de carbono, mas uma dor muito comum é não saber por onde começar quando se decide tomar o caminho da descarbonização.
Para auxiliar nesse percurso, a Eloverde propõe uma jornada da descarbonização.
Neste artigo vamos mostrar exatamente como funciona essa jornada.
A jornada

MRV: Medir, Reportar e Verificar
O primeiro passo é conhecer o cenário em que a empresa se encontra.
Medir as emissões e identificar as fontes é um passo fundamental para quem deseja diminuir e compensar o carbono emitido.
Este é um passo que precisa de um processo ágil e seguro, com resultados gerados com integridade e transparência para que seja fácil de auditar e garanta compliance nas questões climáticas.
Gestão
Após a coleta dos dados e a criação de um relatório íntegro, o segundo passo é fazer a gestão destes dados e utilizá-los para gerar ações concretas de redução das emissões.
A boa gestão das informações permite traçar metas e acompanhá-las, orientando ações efetivas na redução das emissões ao melhor custo-benefício.
Reduzir emissões, além de trazer sustentabilidade ao negócio, resulta também em melhoria de processos, de produtos e redução de custos.
Mercado
Só depois de feito um bom levantamento dos dados de emissão de carbono e uma gestão eficiente para diminuir essas emissões, é hora de iniciar o terceiro passo da jornada:
explorar todas as oportunidades que o mercado de carbono oferece.
Caso a sua operação não tenha conseguido eliminar as emissões de carbono, compense as emissões residuais com créditos de carbono que fazem sentido para sua empresa, ao melhor custo-benefício.
Agora, se além de compensar a própria emissão, a sua empresa conseguir ir além, é possível trabalhar com a geração de créditos de carbono, trazendo valor real para seu negócio.
E como fazer tudo isso?
A Eloverde possui uma ferramenta completa para auxiliar a sua empresa em toda a jornada da descarbonização.
Entre em contato com a nossa equipe de especialistas e vamos encontrar a melhor maneira de contribuir para o desenvolvimento sustentável e com baixo carbono!